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Gotejamento em estufas, principios para um funcionamento adequado.

Gotejamento em estufas, princípios para um funcionamento adequado Gotejamento em estufas, princípios para um funcionamento adequado Uma irrigação correta interfere diretamente na qualidade da produção e na produtividade do seu cultivo. Um levantamento realizado pela EMATER-DF nas bacias do Alto Descoberto e do Riberão Pipiripau, nos anos de 2017 e 2020, constatou que quase a totalidade dos sistemas de irrigação utilizados pelos agricultores não foram dimensionados adequadamente. Estes fatos exigem dos prestadores de assistência técnica ações imediatas para apoiar os agricultores no aumento da eficiência de seus sistemas de irrigação, sob o risco de estes não conseguirem se manter na atividade em um futuro muito breve. Prejuízos da desuniformidade da irrigação Os sistemas de irrigação não dimensionados aumentam custos de produção, reduzem a produtividade e o lucro dos produtores. Na prática, erros de dimensionamento podem ocorrer desde o mangote de sucção, passando pela motobomba e tubos, até chegar aos gotejadores, sendo comum ocorrerem as seguintes situações: O agricultor aplica uma lâmina de irrigação maior para “molhar as áreas secas”, que recebem menos água devido à desuniformidade do sistema de irrigação e, por consequência, os gastos com energia elétrica aumentam. As plantas cultivadas com sistema de irrigação desuniforme estarão mais suscetíveis ao ataque de pragas e, por consequência, os gastos com mão de obra e insumos para o respectivo controle fitossanitário aumentam. O excesso de água pode ocasionar a perda de nutrientes por lixiviação, além de favorecer um microclima favorável a doenças nas plantas cultivadas. A falta de água resulta em danos às raízes, limitando a absorção de água e nutrientes, diminuindo o crescimento e desenvolvimento das culturas e, por consequência, reduzem a produtividade e lucro dos agricultores.   Como identificar problemas O primeiro passo é responder à seguinte pergunta: O sistema de irrigação em avaliação foi dimensionado e montado por um profissional qualificado, experiente e que fez uma visita a sua propriedade para fazer levantamento de campo? Se a resposta for não, comece a se preocupar. Outras situações muito comuns também indicam provável ocorrência de sistemas mal dimensionados, que normalmente implicam em desuniformidade na irrigação: Uso de equipamentos comprados de outro agricultor. Aquisição de tubulações e demais peças em lojas não especializadas, diretamente com o balconista. Além disso, deve-se verificar outros problemas comuns que também tornam os sistemas de irrigação desuniformes: Os tubos gotejadores ou tapes são da mesma marca, modelo, ou pelo menos oferecem a mesma vazão sob uma determinada pressão de serviço, ou são diferentes? Ocorrem vazamentos por meio de furos ou junções inadequadas nos tubos gotejadores? Foram instalados tubos gotejadores “velhos” junto com tubos gotejadores novos na mesma área de cultivo? Os tubos gotejadores foram instalados em aclive com inclinação superior a 2%? O comprimento dos canteiros é superior ao recomendado pelos fabricantes dos tubos gotejadores? A compra do tubo gotejador é feita sem se preocupar com a vazão (litros/ hora/metro)? Como fazer o teste do corpo? Uma outra forma de avaliar a uniformidade do sistema de irrigação por gotejamento é coletar, medir e comparar a água que sai de diferentes locais do seu cultivo. Para fazer esse teste, escolha um setor de irrigação e coloque copos (coletores volumétricos) debaixo dos gotejadores. Ademais, será necessário escolher três diferentes tubos gotejadores e em cada tubo serão instalados dois copos para coleta de água no início e fim do mesmo. Após alguns minutos com o sistema de irrigação em funcionamento, medir e comparar o volume de água coletada em cada coletor. Aqui, novamente vale a dica: uma vez identificada a necessidade de ajustes, deve-se procurar um profissional qualificado para ajustar o sistema de irrigação. Na ponta do lápis Mesmo que haja pressão suficiente fornecida pela motobomba, é muito comum ocorrer um erro no momento da montagem do ramal ou linha de derivação (cano onde são instalados os tubos gotejadores). Muitas vezes, o agricultor instala um número de tubos gotejadores que exigem mais água do que o cano deste ramal ou linha de derivação é capaz de fornecer e, por conseguinte, ocorre desuniformidade de irrigação. Vale destacar que o número máximo de canteiros que podem ser irrigados ao mesmo tempo em um mesmo ramal ou linha de derivação leva em consideração o comprimento dos canteiros, a vazão do tubo gotejador, número de tubos instalados por canteiro, o modelo do cano da linha de derivação e a vazão da motobomba. Como desentupir um tubo de gotajamento em estufas? Quem nunca se deparou com o entupimento dos tubos gotejadores, seja por precipitação de cálcio e ferro presentes na água ou ainda sujeiras (areia, argila, plástico, algas e mucilagem bacteriana)? Neste contexto, existem algumas ações que reduzem o entupimento do gotejamento: Fazer a análise de água para identificação de possíveis elementos formadores de cristais (cálcio, magnésio, enxofre, etc.); Após a instalação e montagem de canos e tubos gotejadores, fazer a limpeza do sistema para eliminação de restos de plásticos; Evitar a mistura de adubos incompatíveis (exemplo: nitrato de cálcio + MAP); Fazer a manutenção (limpeza) periódica dos filtros; Instalar válvulas de final de linha em cada tubo de gotejamento (Figura 4); Usar ácido fosfórico (70 – 100 ml por cada 1.000 metros de tubo gotejador), com aplicação semanal. Como comprar um tubo de gotejamento em estufas? A realidade tem mostrado que poucos agricultores buscam saber a vazão dos tubos gotejadores no momento da compra e montagem do seu sistema de irrigação. E pode até parecer exagero, mas inúmeros agricultores desconhecem que o mercado oferece tubos com vazões diversas, variando de 5,0 litros/hora/ metro até mais de 10 litros/hora/metro. Nós da Zanatta Estufas temos o sistema de gotejamento em estufas adequado para o seu cultivo protegido, se você deseja fazer um sistema de gotejamento em sua estufa agrícola, entre em contato conosco, temos uma equipe especializada preparada para ajudar você ter uma irrigação mais uniforme em seu cultivo. Confira também outras noticias do nosso blog como: Viveiro de mudas, fertilizantes para fertirrigação. O controle de nematoides no cultivo protegido de tomates Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram. Gotejamento em estufas Gotejamento em estufas Gotejamento em estufas Gotejamento

cultivo protegido em estufas
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Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas

Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas Desde sua introdução, a plasticultura, o Cultivo Protegido em Estufas mudou muito no Brasil. A utilização de filmes para cobrir as culturas foi chamada de estufas plásticas, termo oriundo das estufas de vidro até então utilizadas para fim agrícola. As casas de vegetação de vidro, ou estufas de vidro, eram, usadas principalmente em empresas de pesquisa para proteger experimentos de várias culturas. A introdução de estufas plásticas foi inicialmente realizada na região sul do Brasil, pela proximidade da petroquímica, e o plano de divulgação da técnica visava a produção de hortaliças durante todo o ano, mesmo durante o período frio de inverno existente nessa região. A ideia a ser lançada era “produzir tudo durante todo o ano”. Essa proposta foi um dos erros iniciais do programa de incentivo da técnica, vindo prejudicar a sua adoção rápida na época. Hoje, sabe-se que a produção em ambientes protegidos por estufas plásticas é uma técnica que veio para ficar, e à medida que o produtor entra em contato com sua utilização correta, ele verifica as possibilidades de melhora da produção, da segurança e economicidade de sua lavoura. Panorama do Cultivo Protegido em Estufas O Brasil é o segundo maior produtor em Cultivo Protegido em Estufas na América Latina, com aproximadamente 30.000 ha em 2019, ficando atrás somente do México, que possuía uma área coberta de 41.000 ha. Mesmo com um crescimento acima das taxas do PIB brasileiro, o crescimento anual de adoção da técnica fica próximo a 5% ao ano, muito abaixo de outros países e regiões que têm taxas próximas a 10%, como Europa e Japão, o que mostra o potencial de crescimento dessa técnica no Brasil. De acordo com alguns autores, as estufas são normalmente utilizadas para cultivos de hortaliças (60%), para flores em média 20% e para frutas e fumo, outros 20%. Evolução do Cultivo Protegido em Estufas A evolução da produção protegida não se deu somente em valores, mas em qualidade também. À medida que o setor produtivo foi se aperfeiçoando e conhecendo melhor a utilização correta de sua produção nesses ambientes, aumentava a necessidade de novas técnicas e estruturas, que apesar de maior investimento inicial, se mostraram mais econômicas a longo prazo, bem como ofereciam maior segurança ao produtor. Novos sistemas de produção, culturas e insumos agrícolas determinaram que os modelos e as estruturas das estufas se adaptassem a essas novas técnicas. A produção fora do solo, por exemplo, necessita de ambiente com cobertura total da chuva e que os modelos sejam adequados a ela. A utilização de produtos biológicos para controle de pragas foi outra técnica que necessitou de condições especiais dos ambientes. Outro fator foi o aumento de demanda por produtos de melhor qualidade sem uso de químicos em sua produção, como a orgânica, fundamental para evolução de modelos e acessórios de controle do ambiente. Inicialmente as estufas foram construídas sobre estruturas de madeira e cobertura com filmes plásticos. Alguns modelos se mostravam eficientes na produção, porém, com baixa resistência a ventos. Até hoje se usam esses tipos simples de estufas, mas o que se observa é que o produtor tende a adotar um outro modelo mais adequado à fixação do plástico, como as coberturas de arco em tubo metálico. Outros produtores, ainda exigindo maior qualidade, adotam estruturas de aço, que possuem uma vida útil maior que as de madeira.   Cobertura do Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas A cobertura das laterais com telas é uma outra técnica que vem aumentando sua utilização para evitar o ataque de pragas-inseto, que normalmente são controladas com químicos. A adoção dessas telas para alguns usos necessita de maior pé-direito ou altura da estrutura, para que a área de ventilação seja maior, adequando o ambiente para o cultivo. Com o uso de telas a estrutura fica mais guarnecida também de outros patógenos, se tornando adequada para que se faça antessala na entrada, com aumento do isolamento desses problemas, podendo ser usada também para desinfecção dos calçados e colocação de roupas de proteção. A cobertura das estruturas sempre foi variada, dependendo da região ou do fabricante, a exemplo daquelas com pouca declividade ou plana, usadas na cobertura de parreirais, coberturas em duas águas ou estufas capela, e as mais utilizadas atualmente, em arco. Essas estruturas podem ou não ter ventilação zenital, ou ventilação na sua parte superior ou nos frontais da estufa, visando uma melhor renovação do ar interior, que normalmente é muito úmido. Também existem as estufas conjugadas, que são estruturas ligadas umas às outras, aumentando o tamanho da área coberta. Esses modelos normalmente possuem laterais com tela, e necessitam de altura maior que modelos individuais. Fora do Solo Outra técnica que está apresentando crescimento significativo ultimamente é o cultivo fora de solo, em que o produtor retira as raízes do solo e utiliza um substrato artificial, o qual é irrigado com solução nutritiva (fertirrigação) para o desenvolvimento das plantas. Esses sistemas utilizam vasos ou calhas, onde as plantas se desenvolvem. Para maior facilidade e limpeza dentro das estruturas, alguns estão pavimentando o seu interior, onde são colocados os recipientes com os substratos. Essa técnica determina que o piso seja adequado ao tipo de microclima interno necessário, normalmente necessitando que sua cor seja reflexiva para que não aumente muito a temperatura. Também é importante ressaltar que se a estrutura para fixação do plástico for usada para fixação de plantas, essa deve ser reforçada para aguentar esses esforços extras. Modelos atuais, além de modificarem o microclima, como as estruturas menos equipadas, têm possibilidade de ser controladas usando equipamentos especiais de aquecimento, sombreamento, resfriamento, ventilação, exaustão, complementação luminosa, dentre outros. Estufas com esses equipamentos são as que mais evoluíram dentro do sistema de produção, mas são estruturas adequadas a tipos específicos de cultivo de alto retorno ou valor, visto que possuem custo elevado e, na maioria das vezes, permitem a automação do controle.   Vantagens do Cultivo Protegido em Estufas Os diferentes modelos proporcionam diferentes vantagens às culturas, desde os modelos

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Maior produtividade no cultivo, plantio em estufas eleva em até 30% sua produtividade.

Maior produtividade no cultivo, plantio em estufas eleva em até 30% sua produtividade Maior produtividade no cultivo, plantio em estufas eleva em até 30% sua produtividade Com o passar dos anos, as mudanças climáticas tornam-se cada vez mais intensas, enquanto cresce o desejo por maior produtividade no cultivo, exigindo soluções mais eficientes e sustentáveis. Do ponto de vista da agricultura, estas alterações trazem prejuízos econômicos para os produtores. As plantas estão sofrendo com a incidência solar e apresentando sintomas de queimaduras, além de sintomas de perda de água, gerando desidratação. Deste modo, a melhor saída para proteger as plantas mais sensíveis das intempéries climáticas é o cultivo em estufas. O plantio em estufa representa um exemplo de cultivo em ambiente protegido, oferecendo um microclima adequado para o desenvolvimento da cultura. Muitas culturas apresentam resultados superiores, quando produzidas em estufas, principalmente hortaliças, legumes e frutos. Isto ocorre, principalmente, pelo fato de as estufas proporcionarem condições climáticas controladas, isolando as intempéries climáticas que podem vir a surgir. Opções O cultivo nas estufas pode ser em Vasos, Sistemas de hidroponia, ou o plantio diretamente no solo. Deste modo, pode ser um sistema simples ou pode-se fazer uso de mais tecnologias. As estufas podem ser pequenas, cobrindo apenas pequenos espaços ou bancadas, ou ainda podem cobrir grandes áreas. Sendo construídas em aço galvanizado, plásticos transparentes, sombrite, dentre outros materiais. As estruturas laterais podem ser movidas, como cortinas, a depender das condições climáticas, controlando as condições internas, bem como telas de sombrite podem ser utilizadas para controlar a luminosidade que chega às plantas. Quanto à estrutura, as estufas podem ser do tipo capela, sendo a estrutura semelhante à de um galpão ou aviário, apresentando duas abas de cobertura inclinadas, com altura mínima de três metros e espaço interno arejado. As estufas podem ainda ser do tipo arco, mais elaboradas, com teto abaulado, possibilitando um maior aproveitamento da luz. Neste exemplo, o custo de implantação é maior, mas em contrapartida traz maiores ganhos de produtividade, sendo assim, mais utilizadas. Orientação No geral, as estufas são construídas na orientação leste-oeste, para serem beneficiadas com a radiação solar. Assim, há menos problemas com sombreamento das vigas da estrutura. São construídas levando em consideração o sentido da direção dos ventos predominantes, nunca na direção perpendicular dos mesmos. No seu interior, sempre que possível, as plantas também devem ser organizadas na orientação leste-oeste. O cultivo protegido não envolve apenas a proteção das plantas contra os fatores do meio ambiente. Neste sistema há uma alteração em todo o mecanismo das plantas. É importante controlar as condições ambientais, mas permitir a entrada de sol e vento de maneira indireta. As plantas não podem sofrer alterações na sua fotossíntese por redução de luminosidade. Garantir um desempenho satisfatório na fotossíntese implica em ganhos diretos na produtividade. Além disso, a falta de ventilação pode acarretar em problemas fitossanitários. No interior das estufas, a temperatura é controlada por termômetros. Em casos de controle de temperaturas elevadas, em que há excesso de calor, pode-se realizar o controle por meio de telas de sombreamento, abertura das cortinas laterais, bem como podem ser acionados exautores ou outros sistema de refrigeração. Já nos dias mais frios e com pouca luminosidade, o problema pode ser solucionado fazendo uso de iluminação artificial e aquecedores. Em relação ao controle da umidade do ar, está diretamente relacionado com a prática de irrigação das plantas. A água consegue equilibrar a sensação térmica, e ao mesmo tempo mantém as plantas hidratadas. Além disso, podem ser utilizados ventiladores que liberam partículas de água para refrescar o ambiente e aumentar a umidade relativa. Sob controle O controle das condições climáticas precisa ser realizado de maneira correta, mantendo a temperatura e umidade adequadas para as plantas. É fundamental que o ambiente interior das estufas seja arejado e com uma boa circulação de ar para evitar problemas fitossanitários. Outro ponto importante é realizar a irrigação da forma correta, evitando molhamento foliar, para não criar um microclima adequado para os patógenos de plantas. A maioria das doenças é beneficiada em situações de umidade e temperatura elevada, onde há o abafamento das plantas. Nestes casos, o espaçamento entre plantas e entrelinhas é outro ponto fundamental. Vantagens As estufas apresentam também como vantagem a contenção da entrada de animais, pássaros, insetos-pragas e insetos vetores de doenças. A barreira física é um bom aliado, impedindo a entrada de organismos que vão causar prejuízos às plantas. As barreiras podem ainda atuar contendo esporos que são levados pelos ventos. Com isso, há uma redução da necessidade de aplicação de produtos fitossanitários. Em casos onde há infestação de doenças na parte aérea, recomenda-se realizar o descarte da parte aérea logo após o cultivo e desinfestar o local antes da instalação do próximo cultivo. Quando os problemas são com doenças no sistema radicular, ou pragas de solo, é recomendado o descarte do sistema radicular. Assim, há uma redução do inóculo inicial ou da praga e possibilita um melhor tratamento do solo antes de instalar a próxima cultura. Em relação às plantas daninhas, em cultivos protegidos os problemas são menores. O controle é efetuado logo que se constata o problema, gerando um banco de sementes menor, além do fato de que as sementes não são trazidas por ventos e animais. Controle de tripes na hidroponia. Manejo integrado controle eficiente de pragas e doenças em hidroponia. Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram.

filme ideal para o cultivo protegido
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Qual filme ideal para o cultivo protegido de tomate?

Qual filme ideal para o cultivo protegido de tomate? Qual filme ideal para o cultivo protegido de tomate? O tomate (Solanum lycopersicum L.) é uma olerícultura originária da América do Sul e bastante apreciada em todo o mundo, sendo utilizada em saladas e em diferentes receitas culinárias. Em relação ao seu cultivo, apresenta uma boa adaptação às diferentes condições climáticas, entretanto, a temperatura em que há uma melhor resposta produtiva por parte da cultura é na faixa de 21 a 28ºC durante o dia e 15 a 20ºC durante a noite, variação que ocorre dependendo da cultivar. Fora dessa faixa de temperatura, o tomate apresenta alguns problemas, como por exemplo, atraso no desenvolvimento vegetativo e frutificação, abortamento dos frutos e das flores, formação de frutos ocos, danos nos tecidos e problemas na coloração dos frutos. Além da temperatura, há outros fatores que influenciam na produção, como umidade relativa do ar e pluviosidade. Filme ideal para o cultivo disponível Com o objetivo de produzir tomate em regiões com características agroclimáticas desfavoráveis ao cultivo, o produtor pode realizar a produção em estufas agrícolas, que é uma forma de cultivo bastante difundida em todo o mundo. E uma das características que torna o ambiente protegido eficiente é a escolha do filme plástico que será utilizado para a cobertura. O tipo de filme plástico a ser escolhido é fator fundamental para o controle da radiação dentro do ambiente, e deve ser escolhido de acordo com a exigência da cultura e as características do clima da região onde será realizado o cultivo. No mercado há vários tipos diferentes de filmes agrícolas, mas para o cultivo do tomate os mais recomendados são os compostos de polietileno de baixa densidade transparente (PEBDt) e filme agrícola difusor. No Brasil, o mais utilizado pelos produtores é o filme composto de polietileno de baixa densidade transparente (PEBDt), com aditivos ultravioletas. A transmissividade da radiação solar nesse filme é de 80%. Além disso, os aditivos permitem que o material resista à ação dos raios ultravioletas, adquirindo maior durabilidade (Holcman, 2009). O filme agrícola difusor também é bastante utilizado no País, composto por materiais que possuem adição de cristais que são distribuídos em todo o filme. Esse filme balanceia a intensidade da luz dentro do ambiente, espalhando-a por toda a área e distribuindo de maneira uniforme os raios solares. É possível encontrar de 100 a 150 micra de espessura, e além do tomate também é indicado para produção de mudas de pimentão, frutas e hidroponia. Benefícios filme ideal para o cultivo O filme agrícola não protege somente contra as chuvas, mas também interfere no clima dentro do ambiente protegido, proporcionando assim um incremento na produtividade e qualidade do produto final, e mantém a produção estável durante o ano inteiro. Além do produtor, também há vantagem para o consumidor, que terá disponibilidade do produto em qualquer período, independente do clima. O uso desse material também reduz a incidência de pragas e doenças, o uso de defensivos agrícolas, e possibilita a prática do cultivo orgânico. Os filmes são compostos de aditivos que interagem com a radiação solar, bloqueiam a radiação ultravioleta e também garantem a qualidade e durabilidade do produto. O filme agrícola ainda pode ser usado na lateral da estrutura do ambiente protegido, e essa prática pode evitar o estiolamento das plantas e minimizar as doenças causadas por fungos, pois reduz a umidade nos tecidos da planta devido à maior uniformidade de luz dentro do ambiente. Essa forma de utilização é recomendada para regiões de clima quente. Produtividade O tomateiro é uma planta que apresenta boa adaptação a diferentes tipos de ambiente, e com o manejo adequado e a cultivar específica para a região, a produtividade pode chegar a 11 kg por planta no cultivo em campo. Entretanto, no cultivo em estufas agrícolas a produtividade pode aumentar em 50%, isso porque nesse ambiente há maior distribuição da luminosidade, favorecendo a fotossíntese, e mais eficiência da irrigação e adubação, além de evitar doenças e algumas pragas. Em trabalho realizado por Holcman (2009), comparando diferentes tipos de coberturas para ambiente protegido nos seus microclimas e o efeito deles no desenvolvimento, produtividade e qualidade de duas cultivares de tomate cereja, contatou-se que os filmes plásticos difusores e de baixa densidade com anti-UV proporcionaram ganho de produtividade em relação ao cultivo em campo aberto. Entretanto, o uso do filme plástico difusor proporcionou melhores resultados de produção, apresentando incremento de 50% no número de frutos e produtividade em relação ao uso de filmes de baixa densidade com anti-UV. O caminho do sucesso Para ter sucesso na produção utilizando ambiente protegido coberto por filmes agrícolas é necessário ter atenção a alguns fatores de instalação ou de uso que possam influenciar de maneira negativa na produção. A escolha do tipo de filme ideal para o cultivo deve ser realizada com cautela, pois aqueles voltados para regiões diferentes do local de produção tornam o microclima desfavorável e reduzem a produtividade. O horário de instalação do filme ideal para o cultivo é outro aspecto importante, pois, dependendo da temperatura, o filme pode dilatar (temperaturas altas) ou contrair (temperaturas baixas). Caso a instalação seja realizada em horários com níveis críticos de temperatura, pode ocasionar o rasgamento ou pode não ficar bem esticado na estrutura. Em relação ao manejo da cultura, um erro frequente no cultivo em estufas é o adensamento das plantas, o que acaba tornando a planta vulnerável a vários tipos de doenças, pois a incidência de raios solares não atinge toda a planta, e com isso aumenta a umidade em determinados pontos, favorecendo o desenvolvimento de doenças, principalmente fúngicas. Cuidados essenciais filme ideal para o cultivo Na escolha do filme ideal para o cultivo é preciso considerar tanto as exigências da cultura quanto as características climáticas da região. Existem filmes voltados para vários tipos de regiões, como por exemplo, climas tropicais, temperados, entre outros. A vida útil do material também deve ser observada, pois ao longo do tempo de uso o material perde a transmissividade, e deve ser trocado. O tempo de troca varia

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Produção em estufa agrícola, conhecendo essa vantajosa estrutura

Produção em estufa agrícola: conheça essa estrutura vantajosa. Produção em estufa agrícola: conheça essa estrutura vantajosa A produção em estufa agrícola consiste na utilização de estruturas projetadas para criar um ambiente protegido e controlado para o cultivo de diversas culturas. Essas estufas são cobertas, em sua maioria, por plástico filme transparente, que deve apresentar alta resistência e flexibilidade. O material mais utilizado é o polietileno de baixa densidade (PEBD), amplamente empregado por sua durabilidade e eficiência na transmissão de luz. A estrutura de sustentação das estufas agrícolas pode ser construída em diferentes materiais, como madeira, ferro ou concreto. No entanto, fatores como segurança, resistência e vida útil devem ser considerados. Uma das soluções mais eficientes é o uso de aço galvanizado a fogo, que garante maior durabilidade, podendo alcançar de 10 a 60 anos, dependendo das condições ambientais. Por isso, essa opção é amplamente recomendada para sistemas de produção em estufa agrícola. Inicialmente, as estufas agrícolas eram utilizadas principalmente em regiões de clima frio, com o objetivo de proteger as culturas contra baixas temperaturas. Com o avanço das tecnologias e do manejo agrícola, sua aplicação se expandiu, tornando a produção em estufa agrícola uma alternativa viável e vantajosa em diversas regiões e sistemas produtivos. Principais benefícios da produção em estufa agrícola Produtores que adotam a produção em estufa agrícola dificilmente retornam ao cultivo convencional a céu aberto, devido aos inúmeros benefícios proporcionados por esse sistema. As estufas oferecem proteção contra intempéries climáticas, como frentes frias, excesso de chuvas, granizo, ventos fortes e incidência direta da radiação solar, preservando a integridade e a qualidade das culturas. Outro grande diferencial da produção em estufa agrícola é a possibilidade de realizar colheitas ao longo de todo o ano. O controle da temperatura interna permite um fornecimento contínuo ao mercado, contribuindo para a estabilidade da produção e maior lucratividade ao produtor. A cobertura das estufas também reduz a entrada de pragas, especialmente insetos comuns em cultivos abertos, que podem causar danos às folhas e aos frutos. Com isso, há menor necessidade de intervenções químicas. Além disso, a produção em estufa agrícola acelera o ciclo das plantas devido ao ambiente mais estável e controlado, possibilitando maior número de safras ao longo do ano. O uso mais eficiente de recursos como água, nutrientes e fertilizantes também se destaca como um importante benefício. Modelos de estufas agrícolas As estufas agrícolas não são todas iguais. A evolução do conhecimento técnico permitiu o desenvolvimento de modelos específicos para diferentes tipos de cultivo, otimizando a produção em estufa agrícola conforme a necessidade do produtor. ZannaLeve – Estufa agrícola em arco oblongo, indicada para o cultivo protegido de hortaliças, morango, tomate, pimentão, flores, mudas e pesquisas. ZannaTrel – Estrutura com arco treliçado, permitindo vãos livres de até 10 metros sem colunas internas. MaxiVent – Modelo com ampla abertura superior, proporcionando excelente circulação de ar. Disponível nas versões: MaxiVent Padrão: abertura inclinada de até 1,50 m, indicada para diversas culturas. MaxiVent com cortinas: abertura de até 1,80 m, permitindo maior controle climático. ZannaShadow – Estrutura de telado com cobertura plana e tubos no perímetro, ideal para controle de radiação solar. ZannaVenlo – Estufa com cobertura em duas águas, podendo contar com treliça horizontal que possibilita grandes vãos livres. ZannaAcqua – Estruturas desenvolvidas para tanques circulares de menor dimensão, utilizadas em berçários e raceways, alcançando até 13 metros de diâmetro sem apoio central. Se restou alguma dúvida sobre qual modelo é mais adequado para sua produção em estufa agrícola, entre em contato para obter mais informações e definir a melhor solução para o seu cultivo. Em quais culturas utilizar a produção em estufa agrícola? Atualmente, a produção em estufa agrícola é amplamente utilizada em diferentes segmentos, contribuindo para maior eficiência e segurança produtiva. Entre as principais culturas, destacam-se: Hortaliças – Cultivo de hortaliças em estufas agrícolas Tomate – Principais vantagens do cultivo protegido do tomate Morango – 10 benefícios na produção de morango em estufas agrícolas Mudas de cana-de-açúcar – Uso de estufas na produção de mudas de cana-de-açúcar Mudas de citrus – Produção de mudas de Citrus em sistema hidropônico Cannabis – Produção de cannabis em estufas agrícolas Camarão – Cultivo de camarão longe do mar A produção em estufa agrícola também está diretamente relacionada à rastreabilidade, uma ferramenta essencial para garantir a segurança alimentar e a qualidade dos produtos cultivados. Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram. Por. CampoeNegocio

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Estufa agrícola, condições favoráveis para cultivos diversos.

Estufa agrícola, condições favoráveis para cultivos diversos. Estufa agrícola, condições favoráveis para cultivos diversos. A estufa agrícola foi introduzida no Brasil nos anos 1980 pela Petroquímica Triunfo, com a intensão de difundir o uso do filme de polietileno de baixa densidade aditivado anti-UV. Esse filme tinha como principal qualidade a durabilidade, quando exposto ao sol. O aditivo permitia que ficasse exposto durante períodos de até quatro anos, desde que não houvesse outros danos físicos. O modelo de estufa inicial proposto para difusão do plástico foi construído com madeira, em sua maioria com toras de eucalipto, e com alguns caibros e ripas para fixação do filme plástico. A construção era simples e rústica, tendo sido bastante difundida pelos vários órgãos de extensão rural, especialmente na região sul do Brasil. Pretensões Com esses conhecimentos houve intensão de não chamar as estruturas de estufas, visto que o chamado ‘efeito estufa’ não ocorria, pois a cobertura de plástico é transparente em mais de 90% e a radiação de onda é longa (radiação que aquece o ar). Outras nomenclaturas foram tentadas, como ‘ambiente protegido’, porém, o nome estufa plástica se manteve forte e é utilizado até hoje. Apesar de não ter obtido sucesso com a redução do frio interno, muitos locais de pesquisa e produção verificaram que outras qualidades e benefícios a estrutura proporcionava, como redução de danos pelo vento, chuva ou granizo, aumento da taxa de crescimento vegetal (área foliar e altura de planta), características de sabor beneficiadas, além de outras vantagens. A evolução das estruturas Com o maior conhecimento dos benefícios, as recomendações de uso de estufas foram mudando, como por exemplo, a recomendação para a produção de tomates durante o período de maior preço de mercado que não era possível durante os períodos mais frios no Sul do Brasil. Verificou-se que o maior valor se encontrava em dois períodos. Para produção nessas épocas, o cultivo dentro das estufas facilitava atingir altas produtividades com duas épocas de cultivo. A dificuldade de produzir nessas épocas era devido a temperaturas baixas no Sul e temperaturas elevadas e com chuvas no Centro do Brasil. Outra característica favorável às estufas foi o cultivo de folhosas e de algumas espécies de hortaliças com ciclo mais longo, como pimentões coloridos e morango, e espécies de fruteiras suscetíveis a doenças, como framboesa e outras que não apresentavam qualidade adequada. Resultados de pesquisas Com as observações colhidas em vários locais do Brasil, salientou-se outros benefícios do uso de estufas para cultivo, além dos inicialmente propostos. O uso de estufas se difundiu em todo o nosso País e em quase todos os cultivos, devido aos benefícios alcançados pelos produtores. No Norte como protetor de chuvas, no Nordeste como redutor de radiação e ventos, no Centro como um protetor de condições adversas na produção de hortaliças, bem como no uso de produção fora do solo (vários tipos de hidroponia), como elemento isolante da precipitação nesses sistemas. Alguns trabalhos de pesquisa concluíram que a maior umidade relativa do ar, menor radiação solar e menor demanda atmosférica melhoram as condições hídricas da planta mostradas pelo maior potencial de água em seus tecidos, refletindo em maior área foliar e maior condutância estomática, características relacionadas às plantas de sombra, como aumento da vida útil das folhas em sua capacidade fotossintética. Benefícios garantidos Todas as características apresentadas demonstram que existe uma grande proteção da estufa sobre as plantas, determinando uma maior resistência a patógenos, o que, por sua vez, determina uma redução no potencial de infecção de várias doenças, facilitando o cultivo de várias culturas, inclusive a redução ou eliminação de agrotóxicos. O cultivo em estufas facilita o manejo das plantas, visando o controle de doenças, o que também permite ou amplia o uso de produtos alternativos não tóxicos ou de menor toxicidade para manejo de doenças. Esse benefício do uso de estufas talvez seja o maior dentre as várias facilidades proporcionadas pelo seu uso. Algumas culturas, como o morangueiro, que já não eram mais cultivadas em algumas regiões tradicionais do Sul do Brasil, foram modificadas com a possibilidade de cultivo fora do solo em ambientes protegidos, com estufas permitindo que a produção voltasse a ser tão ou mais importante. O cultivo orgânico Apesar de algumas normativas da produção orgânica ou natural não recomendarem o uso de plásticos, verificou-se que o cultivo orgânico cresceu com os benefícios das estufas, principalmente no controle de patógenos. Nem todas as doenças e pragas são eliminadas, porém, várias técnicas e acessórios indicados para uso nas estufas facilitam o controle dessas pragas, como ventilação forçada, uso de tela contra insetos indesejáveis, controle de irrigação, uso de cultivo em substratos artificiais, irrigação localizada, sombreamento e outros, com uso de automação de variáveis climáticas. O manejo de estufas pode ser desde o mais simples, com recomendações de evitar o molhamento das plantas e ventilar ao máximo, até manejos mais sofisticados em ambientes automatizados, controlando temperaturas, umidade relativa, CO 2, radiação solar ou complementação luminosa, etc. 5 dicas na escolha da estufa ideal Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram. estufa agrícola | estufa agrícola estufa agrícola | estufa agrícola

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O controle de nematoides no cultivo protegido de tomates

O controle de nematoides no cultivo protegido de tomates Controle de nematoides no cultivo protegido de tomates. O controle de nematoides no cultivo protegido de tomates é um dos maiores desafios enfrentados por produtores em todo o Brasil.  Esses microrganismos estão entre os principais responsáveis por perdas de produtividade, redução da qualidade dos frutos e inviabilização econômica de áreas cultivadas por vários ciclos consecutivos. Os nematoides são organismos microscópicos, fitoparasitas obrigatórios, que vivem no solo e atacam principalmente o sistema radicular das plantas.  No tomateiro, sua presença compromete a absorção de água e nutrientes, enfraquece as plantas e abre caminho para o surgimento de outras doenças. O que são e por que eles são um problema Os nematoides são vermes microscópicos que se alimentam de tecidos vegetais vivos. No tomate, eles atacam diretamente as raízes, formando estruturas conhecidas como galhas, que prejudicam o desenvolvimento da planta. Diversos fatores influenciam a dinâmica populacional desses organismos, como: Temperatura do solo Umidade Textura do solo Presença de matéria orgânica Nível de resistência da cultivar de tomate utilizada Por isso, o controle de nematoides exige uma abordagem integrada, que envolva prevenção, manejo e escolha adequada do sistema de cultivo. Principais espécies de nematoides no tomateiro Entre as várias espécies que podem causar danos ao tomateiro, o gênero Meloidogyne spp. é o mais agressivo e economicamente relevante. Conhecidos como nematoides-das-galhas, justamente pela característica formação de nódulos nas raízes das plantas atacadas. Como ocorre a infestação por Meloidogyne spp. A infestação começa quando os juvenis de segundo estágio, que são móveis no solo, penetram as raízes do tomateiro.  Após a entrada, eles se deslocam até regiões próximas aos vasos condutores da planta. Nesse local, os nematoides se tornam sedentários e iniciam seu desenvolvimento, passando por sucessivas mudas (ecdises) até atingirem a fase adulta. Durante esse processo, ocorre a liberação de toxinas e a multiplicação das células parasitadas, o que resulta no engrossamento das raízes e na formação das galhas. Danos causados ao tomateiro Os danos causados vão muito além das raízes. O comprometimento do sistema radicular reflete diretamente na parte aérea da planta. Os principais sintomas observados são: Murcha durante os períodos mais quentes do dia Amarelecimento das folhas Crescimento desuniforme Formação de reboleiras no cultivo Redução no tamanho e na quantidade de frutos Em casos de alta infestação, ocorre morte precoce das plantas ou produção de frutos deformados e sem valor comercial. Além disso, as galhas funcionam como porta de entrada para outros patógenos, como fungos do gênero Fusarium, agravando ainda mais o problema. Existe erradicação de nematoides? Atualmente, não existem métodos capazes de erradicar completamente. Por isso, o foco do manejo deve ser sempre preventivo e baseado em estratégias de convivência com a praga. O controle de nematoides eficaz começa antes mesmo do plantio, com a escolha correta das mudas e do sistema de produção. Prevenção: a melhor estratégia Evitar a contaminação da área é sempre o caminho mais seguro. Para isso, recomenda-se: Aquisição de mudas certificadas e livres de patógenos Uso de porta-enxertos resistentes a nematoides Higienização de ferramentas e equipamentos Controle do trânsito de pessoas na área de cultivo Hoje, o mercado já oferece mudas enxertadas com resistência a várias espécies de nematoides, inclusive Meloidogyne spp., o que representa um grande avanço no controle de nematoides no tomate. Minha área está contaminada: o que fazer? Quando a área já está contaminada e o produtor opta por continuar utilizando o solo, é necessário adotar estratégias de manejo para reduzir a população de nematoides e minimizar os danos. Aumento da matéria orgânica A incorporação de matéria orgânica ao solo é uma das práticas mais recomendadas no controle de nematoides. Materiais como: Esterco de galinha ou gado (esterilizados) Torta de mamona Torta de oleaginosas Palha de café Bagaço de cana Durante a decomposição, esses materiais liberam substâncias tóxicas aos nematoides e estimulam o crescimento de microrganismos antagonistas naturais. Alqueive ou pousio O alqueive consiste em deixar o solo limpo, revolvido e exposto ao sol por um período médio de 45 dias, sem irrigação. Essa prática eleva a temperatura do solo e reduz a sobrevivência dos nematoides, contribuindo para o controle de nematoides de forma natural. Rotação de culturas A rotação de culturas com plantas não hospedeiras ajuda a suprimir a população de nematoides por falta de alimento. No entanto, essa técnica nem sempre é viável economicamente, pois pode interferir no planejamento da produção e na rentabilidade da propriedade. Mudança do sistema de produção: a alternativa mais eficiente Diante das limitações do controle no solo, muitos produtores têm optado por mudar o sistema de produção. O cultivo sem solo se mostra a alternativa mais eficiente. Hidroponia e semi-hidroponia A hidroponia, embora menos difundida para o tomate, elimina completamente o contato com o solo contaminado. Já a semi-hidroponia, amplamente utilizada, emprega substratos inertes e estéreis para a fixação das plantas, reduzindo drasticamente a incidência de nematoides. Esses sistemas permitem: Altas produtividades Melhor controle fitossanitário Maior uniformidade das plantas Viabilidade econômica do cultivo em áreas antes inviáveis Considerações finais O controle de nematoides no cultivo protegido de tomates exige planejamento, conhecimento técnico e decisões estratégicas.  Embora a erradicação não seja possível, é totalmente viável conviver com o problema e manter altos níveis de produtividade. A combinação de prevenção, manejo adequado do solo e, principalmente, a adoção de sistemas sem solo, torna o cultivo do tomate sustentável e rentável a longo prazo.   Acompanhe também em nosso blog… Tomate e Pimentão sem uso excessivo de agrotóxico Principais vantagens do cultivo protegido do tomate. Conheça o nossa loja online e adquira tela antiafídeo para o seu telado.Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram.  

Hortitec
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Hortitec, a Zanatta Estufas esteve presente na feira 2019

Hortitec, a Zanatta Estufas esteve presente na ultima feira. Para ter uma noção da grandeza da feira, a área total de exposição foi de cerca de 30 mil m²! E nós da Zanatta fizemos questão de participar deste importante evento que valoriza o produtor e o aproxima das novidades e tecnologias emergentes para seu nicho de negócio, seja ele, flores, frutas, hortaliças ou florestais. Durante os três dias de evento nos das Zanatta Estufas, tivemos o prazer de atender centenas de produtores interessados em estufas de qualidade com o melhor custo-benefício. Além de poder encontrar parceiros, amigos e fornecedores a qual o contato pessoal é tão importante. Paralelo a feira teve o Painel Embrapa de Inovação & Negócios: Hortaliças & Sustentabilidade, transmitindo informação com debates entre grandes profissionais do setor, e o lançamento da Comissão Nacional do Tomate de Mesa, pelo IBRAHORT (Instituto Brasileiro de Horticultura). Essa comissão terá como objetivo representar os produtores e fortalecer a produção de tomate de mesa no País. A horticultura tem peso fundamental no desenvolvimento da economia do País e atinge em larga escala grande parte da população. Pois envolve diretamente alimentos do dia a dia dos brasileiros. E com isso, nós trabalhamos sério na elaboração de estufas e sistemas de automação para que o produtor consiga maximizar sua produção com cultivos mais intensivos e biosseguros. Foi um imenso prazer estar em mais uma Hortitec, fortalecendo a nossa marca entre os produtores deste grande setor. Obrigada a todos que vieram nos visitar ou fechar seu negócio. Para saber um pouco mais sobre a Hortitec clique aqui! Benefícios no cultivo de flores e plantas em estufas agrícolas!

Tomate e Pimentão sem uso excessivo de agrotóxico
Cultivos, Estufas, Pimentão, Tomate

Tomate e Pimentão sem uso excessivo de agrotóxico

Tomate e Pimentão sem uso excessivo de agrotóxico Tomate e Pimentão sem uso excessivo de agrotóxico Tomate e pimentão sem uso excessivo de agrotóxico. O pimentão é uma grande fonte de vitaminas, fortalece o sistema imunológico, as articulações e os ossos, ajuda na prevenção do câncer e protege o cérebro de degenerações.  Por sua vez, o tomate combate doenças cardiovasculares, auxilia na perda de peso, controle e prevenção de diabetes, e por ser uma fonte de vitamina A ajuda a prevenir a catarata, trazendo grandes benefícios à saúde se ingerido regularmente. Mas isso apenas quando cultivado sem o uso excessivo de agrotóxicos. A cada dia que passa, o mercado de frutas e verduras se torna mais exigente quanto ao baixo uso de agrotóxicos nos produtos.  Entretanto, em desencontro a isso, o pimentão e o tomate se encontram na lista dos 10 alimentos mais contaminados com agrotóxicos, sendo o pimentão líder desse ranking. Além de prejudiciais à saúde quando ingeridos, os agrotóxicos também prejudicam a saúde de quem é responsável por seu manejo e por sua aplicação nas lavouras, traz risco de contaminação do solo e gera diversos outros problemas ao meio ambiente. Grande vantagem em cultivo protegido de frutas e vegetais. O cultivo protegido de frutas e vegetais já se mostrou extremamente vantajoso por diversos motivos, como o maior controle de temperatura e a proteção à condições adversas do clima.  Além desses benefícios o cultivo de pimentões e tomates em estufas permite justamente minimizar um grande problema da atividade que é o uso excessivo de agrotóxicos.  Com o uso de estufas indicadas para estes dois tipos de cultivos, com proporção da altura do pé direito de acordo com a temperatura desejada, é possível ter um maior controle do produto final obtido. Ao controlar os fatores que têm influência direta no uso de agrotóxico, como a umidade e as pragas, é possível obter um produto com uma redução nas aplicações dos defensivos. Tornando o produto muito mais saudável e saboroso.  Tomates e pimentões sem uso de agrotóxicos, podem render um valor maior na venda, justificando o uso de estufas.  Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia, por exemplo, demonstrou que o cultivo de tomate de forma orgânica e em sistemas protegidos tem um custo de produção menor que o sistema convencional e lucratividade de 113,6% maior. Para os cultivos de tomates e pimentões em sistemas protegidos, recomendamos o uso de 4 diferentes estufas. São elas: ZannaLeve, ZannaTrel, MaxiVent ou a HighTech, que possui os conceitos mais modernos em termos de estufa.  Clique para conhecer cada uma delas. Para dúvidas e orçamento entre em contato conosco, temos representantes em diversas regiões do Brasil. Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram. Tomate e pimentão sem uso excessivo de agrotóxico Tomate e pimentão sem uso excessivo de agrotóxico. O pimentão é uma grande fonte de vitaminas, fortalece o sistema imunológico, as articulações e os ossos, ajuda na prevenção do câncer e protege o cérebro de degenerações. Por sua vez, o tomate combate doenças cardiovasculares, auxilia na perda de peso, controle e prevenção de diabetes, e por ser uma fonte de vitamina A ajuda a prevenir a catarata, trazendo grandes benefícios à saúde se ingerido regularmente. Mas isso apenas quando cultivado sem o uso excessivo de agrotóxicos. A cada dia que passa, o mercado de frutas e verduras se torna mais exigente quanto ao baixo uso de agrotóxicos nos produtos. Entretanto, em desencontro a isso, o pimentão e o tomate se encontram na lista dos 10 alimentos mais contaminados com agrotóxicos, sendo o pimentão líder desse ranking. Além de prejudiciais à saúde quando ingeridos, os agrotóxicos também prejudicam a saúde de quem é responsável por seu manejo e por sua aplicação nas lavouras, traz risco de contaminação do solo e gera diversos outros problemas ao meio ambiente. Grande vantagem em cultivo protegido de frutas e vegetais. O cultivo protegido de frutas e vegetais já se mostrou extremamente vantajoso por diversos motivos, como o maior controle de temperatura e a proteção à condições adversas do clima. Além desses benefícios o cultivo de pimentões e tomates em estufas permite justamente minimizar um grande problema da atividade que é o uso excessivo de agrotóxicos. Com o uso de estufas indicadas para estes dois tipos de cultivos, com proporção da altura do pé direito de acordo com a temperatura desejada, é possível ter um maior controle do produto final obtido. Tomate pimentão sem uso excessivo de agrotóxico Tomate e pimentão sem uso excessivo de agrotóxico Tomate e pimentão sem uso excessivo de agrotóxico Tomate e pimentão sem uso excessivo de agrotóxico Tomate e pimentão sem uso excessivo de agrotóxico Tomate e pimentão sem uso excessivo de agrotóxico

cultivo protegido do tomate
Tomate

Principais vantagens do cultivo protegido do tomate

Principais vantagens do cultivo protegido do tomate Principais vantagens do cultivo protegido do tomate Atualmente, o grande fator limitante do cultivo de tomate em campo aberto são as condições climáticas. Essas condições podem causar distúrbios fisiológicos severos, resultando em queda significativa na qualidade dos frutos, redução do tamanho, coloração deficiente e problemas de polinização. A deficiência na polinização, por sua vez, provoca alto índice de abortamento floral, impactando diretamente a produtividade em kg por planta. Esses fatores podem ser eficientemente controlados por meio do cultivo protegido. As estufas projetadas especificamente para o cultivo do tomateiro permitem aumento expressivo da produtividade, além de reduzir consideravelmente o consumo de energia e a necessidade de mão de obra. Outro benefício importante é o controle racional do uso da água, tornando o sistema mais sustentável. O cultivo protegido possibilita ainda maior controle da temperatura interna. Para o desenvolvimento ideal do tomate, a faixa térmica recomendada varia entre 17 °C e 29 °C, condições que podem ser mantidas com o uso de sistemas adequados de ventilação e com a correta proporção da altura do pé-direito das estufas, projetadas conforme as exigências da cultura. A Zanatta Estufas desenvolve estruturas de alta qualidade e durabilidade, galvanizadas a fogo, projetadas de forma personalizada para atender às necessidades específicas de cada produtor e às condições climáticas de sua região. Entre em contato conosco e conheça a melhor solução para superar os seus limitantes de produção. Principais vantagens do cultivo protegido do tomate Atualmente, o grande fator limitante do cultivo de tomate em campo aberto são as condições climáticas. Essas condições podem causar distúrbios fisiológicos severos, resultando em queda significativa na qualidade dos frutos, redução do tamanho, coloração deficiente e problemas de polinização. A deficiência na polinização, por sua vez, provoca alto índice de abortamento floral, impactando diretamente a produtividade em kg por planta. Esses fatores podem ser eficientemente controlados por meio do cultivo protegido. As estufas projetadas especificamente para o cultivo do tomateiro permitem aumento expressivo da produtividade, além de reduzir consideravelmente o consumo de energia e a necessidade de mão de obra. Outro benefício importante é o controle racional do uso da água, tornando o sistema mais sustentável. O cultivo protegido possibilita ainda maior controle da temperatura interna. Para o desenvolvimento ideal do tomate, a faixa térmica recomendada varia entre 17 °C e 29 °C, condições que podem ser mantidas com o uso de sistemas adequados de ventilação e com a correta proporção da altura do pé-direito das estufas, projetadas conforme as exigências da cultura. A Zanatta Estufas desenvolve estruturas de alta qualidade e durabilidade, galvanizadas a fogo, projetadas de forma personalizada para atender às necessidades específicas de cada produtor e às condições climáticas de sua região. Entre em contato conosco e conheça a melhor solução para superar os seus limitantes de produção. Principais vantagens do cultivo protegido do tomate Atualmente, o grande fator limitante do cultivo de tomate em campo aberto são as condições climáticas. Essas condições podem causar distúrbios fisiológicos severos, resultando em queda significativa na qualidade dos frutos, redução do tamanho, coloração deficiente e problemas de polinização. A deficiência na polinização, por sua vez, provoca alto índice de abortamento floral, impactando diretamente a produtividade em kg por planta. Esses fatores podem ser eficientemente controlados por meio do cultivo protegido. As estufas projetadas especificamente para o cultivo do tomateiro permitem aumento expressivo da produtividade, além de reduzir consideravelmente o consumo de energia e a necessidade de mão de obra. Outro benefício importante é o controle racional do uso da água, tornando o sistema mais sustentável. O cultivo protegido possibilita ainda maior controle da temperatura interna. Para o desenvolvimento ideal do tomate, a faixa térmica recomendada varia entre 17 °C e 29 °C, condições que podem ser mantidas com o uso de sistemas adequados de ventilação e com a correta proporção da altura do pé-direito das estufas, projetadas conforme as exigências da cultura. A Zanatta Estufas desenvolve estruturas de alta qualidade e durabilidade, galvanizadas a fogo, projetadas de forma personalizada para atender às necessidades específicas de cada produtor e às condições climáticas de sua região. Entre em contato conosco e conheça a melhor solução para superar os seus limitantes de produção. Possuímos estufas com coberturas versáteis que proporciona um ambiente agradável para as plantas e circulação de pessoas. A estufa ZannaTrel é uma ótima opção, com estrutura em arco treliçado, dando maior resistência e durabilidade. Para dúvidas e orçamento entre em contato conosco, possuímos representantes em diversas regiões do Brasil para melhor lhe atender. Conheça o nossa loja online.Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram.