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cultivo protegido em estufas
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Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas

Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas Desde sua introdução, a plasticultura, o Cultivo Protegido em Estufas mudou muito no Brasil. A utilização de filmes para cobrir as culturas foi chamada de estufas plásticas, termo oriundo das estufas de vidro até então utilizadas para fim agrícola. As casas de vegetação de vidro, ou estufas de vidro, eram, usadas principalmente em empresas de pesquisa para proteger experimentos de várias culturas. A introdução de estufas plásticas foi inicialmente realizada na região sul do Brasil, pela proximidade da petroquímica, e o plano de divulgação da técnica visava a produção de hortaliças durante todo o ano, mesmo durante o período frio de inverno existente nessa região. A ideia a ser lançada era “produzir tudo durante todo o ano”. Essa proposta foi um dos erros iniciais do programa de incentivo da técnica, vindo prejudicar a sua adoção rápida na época. Hoje, sabe-se que a produção em ambientes protegidos por estufas plásticas é uma técnica que veio para ficar, e à medida que o produtor entra em contato com sua utilização correta, ele verifica as possibilidades de melhora da produção, da segurança e economicidade de sua lavoura. Panorama do Cultivo Protegido em Estufas O Brasil é o segundo maior produtor em Cultivo Protegido em Estufas na América Latina, com aproximadamente 30.000 ha em 2019, ficando atrás somente do México, que possuía uma área coberta de 41.000 ha. Mesmo com um crescimento acima das taxas do PIB brasileiro, o crescimento anual de adoção da técnica fica próximo a 5% ao ano, muito abaixo de outros países e regiões que têm taxas próximas a 10%, como Europa e Japão, o que mostra o potencial de crescimento dessa técnica no Brasil. De acordo com alguns autores, as estufas são normalmente utilizadas para cultivos de hortaliças (60%), para flores em média 20% e para frutas e fumo, outros 20%. Evolução do Cultivo Protegido em Estufas A evolução da produção protegida não se deu somente em valores, mas em qualidade também. À medida que o setor produtivo foi se aperfeiçoando e conhecendo melhor a utilização correta de sua produção nesses ambientes, aumentava a necessidade de novas técnicas e estruturas, que apesar de maior investimento inicial, se mostraram mais econômicas a longo prazo, bem como ofereciam maior segurança ao produtor. Novos sistemas de produção, culturas e insumos agrícolas determinaram que os modelos e as estruturas das estufas se adaptassem a essas novas técnicas. A produção fora do solo, por exemplo, necessita de ambiente com cobertura total da chuva e que os modelos sejam adequados a ela. A utilização de produtos biológicos para controle de pragas foi outra técnica que necessitou de condições especiais dos ambientes. Outro fator foi o aumento de demanda por produtos de melhor qualidade sem uso de químicos em sua produção, como a orgânica, fundamental para evolução de modelos e acessórios de controle do ambiente. Inicialmente as estufas foram construídas sobre estruturas de madeira e cobertura com filmes plásticos. Alguns modelos se mostravam eficientes na produção, porém, com baixa resistência a ventos. Até hoje se usam esses tipos simples de estufas, mas o que se observa é que o produtor tende a adotar um outro modelo mais adequado à fixação do plástico, como as coberturas de arco em tubo metálico. Outros produtores, ainda exigindo maior qualidade, adotam estruturas de aço, que possuem uma vida útil maior que as de madeira.   Cobertura do Cultivo Protegido em Estufas Agrícolas A cobertura das laterais com telas é uma outra técnica que vem aumentando sua utilização para evitar o ataque de pragas-inseto, que normalmente são controladas com químicos. A adoção dessas telas para alguns usos necessita de maior pé-direito ou altura da estrutura, para que a área de ventilação seja maior, adequando o ambiente para o cultivo. Com o uso de telas a estrutura fica mais guarnecida também de outros patógenos, se tornando adequada para que se faça antessala na entrada, com aumento do isolamento desses problemas, podendo ser usada também para desinfecção dos calçados e colocação de roupas de proteção. A cobertura das estruturas sempre foi variada, dependendo da região ou do fabricante, a exemplo daquelas com pouca declividade ou plana, usadas na cobertura de parreirais, coberturas em duas águas ou estufas capela, e as mais utilizadas atualmente, em arco. Essas estruturas podem ou não ter ventilação zenital, ou ventilação na sua parte superior ou nos frontais da estufa, visando uma melhor renovação do ar interior, que normalmente é muito úmido. Também existem as estufas conjugadas, que são estruturas ligadas umas às outras, aumentando o tamanho da área coberta. Esses modelos normalmente possuem laterais com tela, e necessitam de altura maior que modelos individuais. Fora do Solo Outra técnica que está apresentando crescimento significativo ultimamente é o cultivo fora de solo, em que o produtor retira as raízes do solo e utiliza um substrato artificial, o qual é irrigado com solução nutritiva (fertirrigação) para o desenvolvimento das plantas. Esses sistemas utilizam vasos ou calhas, onde as plantas se desenvolvem. Para maior facilidade e limpeza dentro das estruturas, alguns estão pavimentando o seu interior, onde são colocados os recipientes com os substratos. Essa técnica determina que o piso seja adequado ao tipo de microclima interno necessário, normalmente necessitando que sua cor seja reflexiva para que não aumente muito a temperatura. Também é importante ressaltar que se a estrutura para fixação do plástico for usada para fixação de plantas, essa deve ser reforçada para aguentar esses esforços extras. Modelos atuais, além de modificarem o microclima, como as estruturas menos equipadas, têm possibilidade de ser controladas usando equipamentos especiais de aquecimento, sombreamento, resfriamento, ventilação, exaustão, complementação luminosa, dentre outros. Estufas com esses equipamentos são as que mais evoluíram dentro do sistema de produção, mas são estruturas adequadas a tipos específicos de cultivo de alto retorno ou valor, visto que possuem custo elevado e, na maioria das vezes, permitem a automação do controle.   Vantagens do Cultivo Protegido em Estufas Os diferentes modelos proporcionam diferentes vantagens às culturas, desde os modelos

maior produtividade no cultivo
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Maior produtividade no cultivo, plantio em estufas eleva em até 30% sua produtividade.

Maior produtividade no cultivo, plantio em estufas eleva em até 30% sua produtividade Maior produtividade no cultivo, plantio em estufas eleva em até 30% sua produtividade Com o passar dos anos, as mudanças climáticas tornam-se cada vez mais intensas, enquanto cresce o desejo por maior produtividade no cultivo, exigindo soluções mais eficientes e sustentáveis. Do ponto de vista da agricultura, estas alterações trazem prejuízos econômicos para os produtores. As plantas estão sofrendo com a incidência solar e apresentando sintomas de queimaduras, além de sintomas de perda de água, gerando desidratação. Deste modo, a melhor saída para proteger as plantas mais sensíveis das intempéries climáticas é o cultivo em estufas. O plantio em estufa representa um exemplo de cultivo em ambiente protegido, oferecendo um microclima adequado para o desenvolvimento da cultura. Muitas culturas apresentam resultados superiores, quando produzidas em estufas, principalmente hortaliças, legumes e frutos. Isto ocorre, principalmente, pelo fato de as estufas proporcionarem condições climáticas controladas, isolando as intempéries climáticas que podem vir a surgir. Opções O cultivo nas estufas pode ser em Vasos, Sistemas de hidroponia, ou o plantio diretamente no solo. Deste modo, pode ser um sistema simples ou pode-se fazer uso de mais tecnologias. As estufas podem ser pequenas, cobrindo apenas pequenos espaços ou bancadas, ou ainda podem cobrir grandes áreas. Sendo construídas em aço galvanizado, plásticos transparentes, sombrite, dentre outros materiais. As estruturas laterais podem ser movidas, como cortinas, a depender das condições climáticas, controlando as condições internas, bem como telas de sombrite podem ser utilizadas para controlar a luminosidade que chega às plantas. Quanto à estrutura, as estufas podem ser do tipo capela, sendo a estrutura semelhante à de um galpão ou aviário, apresentando duas abas de cobertura inclinadas, com altura mínima de três metros e espaço interno arejado. As estufas podem ainda ser do tipo arco, mais elaboradas, com teto abaulado, possibilitando um maior aproveitamento da luz. Neste exemplo, o custo de implantação é maior, mas em contrapartida traz maiores ganhos de produtividade, sendo assim, mais utilizadas. Orientação No geral, as estufas são construídas na orientação leste-oeste, para serem beneficiadas com a radiação solar. Assim, há menos problemas com sombreamento das vigas da estrutura. São construídas levando em consideração o sentido da direção dos ventos predominantes, nunca na direção perpendicular dos mesmos. No seu interior, sempre que possível, as plantas também devem ser organizadas na orientação leste-oeste. O cultivo protegido não envolve apenas a proteção das plantas contra os fatores do meio ambiente. Neste sistema há uma alteração em todo o mecanismo das plantas. É importante controlar as condições ambientais, mas permitir a entrada de sol e vento de maneira indireta. As plantas não podem sofrer alterações na sua fotossíntese por redução de luminosidade. Garantir um desempenho satisfatório na fotossíntese implica em ganhos diretos na produtividade. Além disso, a falta de ventilação pode acarretar em problemas fitossanitários. No interior das estufas, a temperatura é controlada por termômetros. Em casos de controle de temperaturas elevadas, em que há excesso de calor, pode-se realizar o controle por meio de telas de sombreamento, abertura das cortinas laterais, bem como podem ser acionados exautores ou outros sistema de refrigeração. Já nos dias mais frios e com pouca luminosidade, o problema pode ser solucionado fazendo uso de iluminação artificial e aquecedores. Em relação ao controle da umidade do ar, está diretamente relacionado com a prática de irrigação das plantas. A água consegue equilibrar a sensação térmica, e ao mesmo tempo mantém as plantas hidratadas. Além disso, podem ser utilizados ventiladores que liberam partículas de água para refrescar o ambiente e aumentar a umidade relativa. Sob controle O controle das condições climáticas precisa ser realizado de maneira correta, mantendo a temperatura e umidade adequadas para as plantas. É fundamental que o ambiente interior das estufas seja arejado e com uma boa circulação de ar para evitar problemas fitossanitários. Outro ponto importante é realizar a irrigação da forma correta, evitando molhamento foliar, para não criar um microclima adequado para os patógenos de plantas. A maioria das doenças é beneficiada em situações de umidade e temperatura elevada, onde há o abafamento das plantas. Nestes casos, o espaçamento entre plantas e entrelinhas é outro ponto fundamental. Vantagens As estufas apresentam também como vantagem a contenção da entrada de animais, pássaros, insetos-pragas e insetos vetores de doenças. A barreira física é um bom aliado, impedindo a entrada de organismos que vão causar prejuízos às plantas. As barreiras podem ainda atuar contendo esporos que são levados pelos ventos. Com isso, há uma redução da necessidade de aplicação de produtos fitossanitários. Em casos onde há infestação de doenças na parte aérea, recomenda-se realizar o descarte da parte aérea logo após o cultivo e desinfestar o local antes da instalação do próximo cultivo. Quando os problemas são com doenças no sistema radicular, ou pragas de solo, é recomendado o descarte do sistema radicular. Assim, há uma redução do inóculo inicial ou da praga e possibilita um melhor tratamento do solo antes de instalar a próxima cultura. Em relação às plantas daninhas, em cultivos protegidos os problemas são menores. O controle é efetuado logo que se constata o problema, gerando um banco de sementes menor, além do fato de que as sementes não são trazidas por ventos e animais. Controle de tripes na hidroponia. Manejo integrado controle eficiente de pragas e doenças em hidroponia. Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram.

produção em estufa agrícola
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Produção em estufa agrícola, conhecendo essa vantajosa estrutura

Produção em estufa agrícola: conheça essa estrutura vantajosa. Produção em estufa agrícola: conheça essa estrutura vantajosa A produção em estufa agrícola consiste na utilização de estruturas projetadas para criar um ambiente protegido e controlado para o cultivo de diversas culturas. Essas estufas são cobertas, em sua maioria, por plástico filme transparente, que deve apresentar alta resistência e flexibilidade. O material mais utilizado é o polietileno de baixa densidade (PEBD), amplamente empregado por sua durabilidade e eficiência na transmissão de luz. A estrutura de sustentação das estufas agrícolas pode ser construída em diferentes materiais, como madeira, ferro ou concreto. No entanto, fatores como segurança, resistência e vida útil devem ser considerados. Uma das soluções mais eficientes é o uso de aço galvanizado a fogo, que garante maior durabilidade, podendo alcançar de 10 a 60 anos, dependendo das condições ambientais. Por isso, essa opção é amplamente recomendada para sistemas de produção em estufa agrícola. Inicialmente, as estufas agrícolas eram utilizadas principalmente em regiões de clima frio, com o objetivo de proteger as culturas contra baixas temperaturas. Com o avanço das tecnologias e do manejo agrícola, sua aplicação se expandiu, tornando a produção em estufa agrícola uma alternativa viável e vantajosa em diversas regiões e sistemas produtivos. Principais benefícios da produção em estufa agrícola Produtores que adotam a produção em estufa agrícola dificilmente retornam ao cultivo convencional a céu aberto, devido aos inúmeros benefícios proporcionados por esse sistema. As estufas oferecem proteção contra intempéries climáticas, como frentes frias, excesso de chuvas, granizo, ventos fortes e incidência direta da radiação solar, preservando a integridade e a qualidade das culturas. Outro grande diferencial da produção em estufa agrícola é a possibilidade de realizar colheitas ao longo de todo o ano. O controle da temperatura interna permite um fornecimento contínuo ao mercado, contribuindo para a estabilidade da produção e maior lucratividade ao produtor. A cobertura das estufas também reduz a entrada de pragas, especialmente insetos comuns em cultivos abertos, que podem causar danos às folhas e aos frutos. Com isso, há menor necessidade de intervenções químicas. Além disso, a produção em estufa agrícola acelera o ciclo das plantas devido ao ambiente mais estável e controlado, possibilitando maior número de safras ao longo do ano. O uso mais eficiente de recursos como água, nutrientes e fertilizantes também se destaca como um importante benefício. Modelos de estufas agrícolas As estufas agrícolas não são todas iguais. A evolução do conhecimento técnico permitiu o desenvolvimento de modelos específicos para diferentes tipos de cultivo, otimizando a produção em estufa agrícola conforme a necessidade do produtor. ZannaLeve – Estufa agrícola em arco oblongo, indicada para o cultivo protegido de hortaliças, morango, tomate, pimentão, flores, mudas e pesquisas. ZannaTrel – Estrutura com arco treliçado, permitindo vãos livres de até 10 metros sem colunas internas. MaxiVent – Modelo com ampla abertura superior, proporcionando excelente circulação de ar. Disponível nas versões: MaxiVent Padrão: abertura inclinada de até 1,50 m, indicada para diversas culturas. MaxiVent com cortinas: abertura de até 1,80 m, permitindo maior controle climático. ZannaShadow – Estrutura de telado com cobertura plana e tubos no perímetro, ideal para controle de radiação solar. ZannaVenlo – Estufa com cobertura em duas águas, podendo contar com treliça horizontal que possibilita grandes vãos livres. ZannaAcqua – Estruturas desenvolvidas para tanques circulares de menor dimensão, utilizadas em berçários e raceways, alcançando até 13 metros de diâmetro sem apoio central. Se restou alguma dúvida sobre qual modelo é mais adequado para sua produção em estufa agrícola, entre em contato para obter mais informações e definir a melhor solução para o seu cultivo. Em quais culturas utilizar a produção em estufa agrícola? Atualmente, a produção em estufa agrícola é amplamente utilizada em diferentes segmentos, contribuindo para maior eficiência e segurança produtiva. Entre as principais culturas, destacam-se: Hortaliças – Cultivo de hortaliças em estufas agrícolas Tomate – Principais vantagens do cultivo protegido do tomate Morango – 10 benefícios na produção de morango em estufas agrícolas Mudas de cana-de-açúcar – Uso de estufas na produção de mudas de cana-de-açúcar Mudas de citrus – Produção de mudas de Citrus em sistema hidropônico Cannabis – Produção de cannabis em estufas agrícolas Camarão – Cultivo de camarão longe do mar A produção em estufa agrícola também está diretamente relacionada à rastreabilidade, uma ferramenta essencial para garantir a segurança alimentar e a qualidade dos produtos cultivados. Siga-nos em nossas mídias socias: Facebook | Instagram. Por. CampoeNegocio

cultivo de camarão
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Criação de camarão em estufas, valor agregado garantido.

Criação de camarão em estufas, valor agregado garantido Criação de camarão em estufas: valor agregado e segurança produtiva A criação de camarão em estufas vem se consolidando como uma alternativa altamente rentável e segura para os produtores aquícolas. Uma das principais inovações desse modelo produtivo é o uso do sistema de bioflocos, caracterizado por um cultivo intensivo em ambiente protegido, dentro de estufas agrícolas. Atualmente, a produção de camarão em cativeiro é responsável por aproximadamente 90 mil toneladas anuais, enquanto a pesca extrativa representa cerca de 10 mil toneladas. A produção de camarão em estufas permite significativa economia de água e pode reduzir os custos de produção em até 30%, tornando o sistema mais sustentável e competitivo. A técnica de criação de camarão em estufas O uso de estufas na criação de camarão é relativamente recente no Brasil. Seu desenvolvimento ganhou força com a chegada do vírus da mancha branca, que obrigou os produtores a adotarem novas estratégias produtivas, como o encurtamento dos ciclos extensivos e o uso de berçários e raceways. Paralelamente, o cultivo em bioflocos aliado ao uso de estufas durante todo o ciclo produtivo passou a ser adotado. O controle ambiental proporcionado pelas estufas trouxe maior segurança ao produtor, permitindo maior adensamento, redução da área utilizada, economia de água, atendimento às exigências ambientais e regularidade no fornecimento ao longo do ano. Com o tempo, a criação de camarão em estufas se consolidou e hoje já é realidade na maioria das fazendas produtoras do país. Aceitação do sistema de cultivo em estufas Com a crescente necessidade de cobertura de berçários, raceways e viveiros, empresas especializadas passaram a desenvolver projetos específicos para a criação de camarão em estufas. A Zanatta, tradicional fornecedora de estufas agrícolas no Brasil, foi uma das pioneiras nesse segmento. A adaptação exigiu o desenvolvimento de estruturas diferentes daquelas usadas em outros nichos agrícolas, levando a empresa a trabalhar em conjunto com os produtores para compreender suas necessidades e criar soluções específicas. Como resultado, foram desenvolvidas estufas circulares e retangulares, adequadas para diferentes tamanhos de berçários, raceways e viveiros de engorda. Benefícios da criação de camarão em estufas A principal vantagem da criação de camarão em estufas é a segurança produtiva. O controle ambiental proporciona maior previsibilidade dos resultados, permitindo a produção de camarões maiores, com melhor valor de mercado. Além disso, o produtor deixa de ficar refém de vendas emergenciais, comuns em sistemas tradicionais, reduzindo a pressão de compradores e melhorando o poder de negociação. Outro benefício importante é o aumento da produtividade. O uso de berçários e raceways cobertos reduz o tempo de permanência dos camarões em viveiros abertos, aumenta o índice de sobrevivência e possibilita mais ciclos produtivos ao ano. Em sistemas intensivos, já se registram densidades de até 600 a 700 animais por metro quadrado, valores dezenas de vezes superiores aos sistemas extensivos. Como consequência, a produção de camarão em estufas reduz significativamente o volume de efluentes, trazendo ganhos ambientais relevantes. Além disso, o sistema permite a criação de camarão em regiões mais frias, aproximando a produção do mercado consumidor e garantindo um produto mais fresco e de maior qualidade. O desenvolvimento dos projetos de estufas Os projetos voltados à criação de camarão em estufas ainda estão em constante evolução. Inicialmente, foi necessário realizar benchmarking em outros países e adaptar as experiências à realidade climática brasileira. Questões como tipo de plástico, nível de transmissão de luz, controle térmico da água e diferenças entre cultivos em água doce e salobra foram sendo respondidas de forma empírica ao longo do tempo. Atualmente, a técnica está em estágio avançado, mas ainda apresenta potencial para melhorias contínuas. Investimento e retorno na criação de camarão em estufas Embora a criação de camarão em estufas exija investimento inicial, principalmente na infraestrutura, a segurança da produção garante o retorno financeiro. Muitas dessas estruturas podem ser financiadas com prazos de até 10 anos, enquanto sua vida útil supera esse período. O camarão possui ciclo curto, o que proporciona entradas de caixa frequentes e maior previsibilidade financeira ao produtor. Sistema de produção: caso de sucesso Um exemplo bem-sucedido de criação de camarão em estufas é a Expopesca Aquicultura, localizada em Cascavel (CE). A área produtiva conta com viveiros berçários, viveiros de engorda, bacias de recirculação e tratamento de água, utilizando sistemas semi-intensivos e superintensivos. O manejo inclui monitoramento diário de parâmetros físico-químicos da água, controle biológico de algas e bactérias, além de protocolos rigorosos de sanidade e desempenho zootécnico. A produtividade média alcança cerca de 4,0 t/ha/ciclo no sistema semi-intensivo e 20 t/ha/ciclo no sistema superintensivo, com fator de conversão alimentar próximo de 1,5:1. Espécie cultivada A espécie mais utilizada na criação de camarão em estufas é o Litopenaeus vannamei, reconhecida por sua rusticidade, rápido ganho de peso e alta adaptação a diferentes sistemas de cultivo, além de menor exigência de proteína animal na dieta. Incrementos tecnológicos e controle ambiental Os sistemas utilizam aeradores mecânicos e tanques revestidos com geomembrana de PEAD, facilitando a remoção de matéria orgânica e a desinfecção entre ciclos. Nos sistemas superintensivos, os viveiros são cobertos por estufas agrícolas com filme plástico, garantindo temperatura da água acima de 29 °C e baixa variação térmica fator essencial para altas densidades de estocagem e para a prevenção de doenças como o vírus da mancha branca. Comercialização e sucesso do sistema A comercialização segue o padrão do mercado de camarão fresco, com venda antecipada e transporte refrigerado para mercados atacadistas e indústrias do Sul e Sudeste do país. O sucesso da criação de camarão em estufas depende do equilíbrio entre genética, nutrição e manejo, além de controle rigoroso de todos os processos produtivos. Autores:Volnei Lanfredi – Diretor Operacional da Zanatta Estufas AgrícolasDiego Maia Rocha – Biólogo e sócio-diretor da SynbiAqua Cultivos Aquáticos Ltda Fonte: Revista Campo e Negócio 👉 Conheça os 10 maiores benefícios da criação de camarão em estufas!

Cultivo de camarão longe do mar
Camarão, Cultivos, Estufas, Zanatta

Cultivo de camarão longe do mar

Cultivo de camarão longe do mar Cultivo de camarão longe do mar Tradicionalmente o cultivo de camarão marinho consumido vêm da pesca ou então da criação em áreas próximas ao mar. Contudo, com o avanço das pesquisas, já é possível cultivá-los muito distante do mar e utilizando água doce! Seria uma fórmula mágica? Bem, não existe mágica. O camarão marinho cultivado no Brasil é da espécie Litopenaues vannamei, a mais cultivada no mundo. Isso porque, possui ótimas taxas de crescimento e alta rusticidade. Podendo suportar uma ampla variação de salinidade e assim se adaptar e se desenvolver bem mesmo em águas com salinidade próximo a zero. Aliado a isso, o ponto chave dos cultivos longe do mar é o correto balanço iônico. No sal da água do mar existe uma variedade de macro e microelementos que conferem um equilíbrio de sais dos quais o camarão necessita. Assim é necessário manter essa condição de “equilíbrio-iônico” quando o objetivo é o cultivo utilizando uma água que não seja marinha. Por isso, em águas com um equilíbrio de sais e salinidade próximo a 10 o camarão pode desenvolver-se melhor do que com salinidade 30 e um incorreto balanço iônico. Haja visto que somente o sal de cozinha por exemplo (NaCl), pode nos dar tal salinidade. Mercado de criação de camarão Atualmente já existe no mercado algumas empresas que comercializam um concentrado de sais para iniciar o cultivo. Mas é importante sempre realizar uma análise da água utilizada para posteriormente fazer a salinização respeitando o balanço iônico. Além disso, é importante que essa água, uma vez salinizada, seja preservada para utilização em cultivos seguintes. O sistema de bioflocos com o uso de estufas é uma ótima alternativa para que haja zero descarte dessa água. Para quem pensa em investir no cultivo de camarões, mas esbarra no alto custo dos terrenos em áreas litorâneas. Essa alternativa surge como um interessante nicho de mercado, uma vez que o produtor pode comercializar esse produto para restaurantes locais por exemplo, com valor agregado de um produto fresco. Além disso, o camarão já é considerado uma commodity, o que anima ainda mais quem quer investir na atividade, pois é um produto com considerável rentabilidade. Outro fato é que as importações são proibidas no país e a produção interna não consegue atender a crescente demanda. E para ficar ainda melhor, nós projetamos estufas dedicadas especialmente a essa atividade, é a linha ZanaAcqua. São estufas de formato retangular e circular, já aprovadas pelos nossos clientes. Clique aqui para saber mais. Para dúvidas e orçamento entre em contato conosco, possuímos representantes em diversas regiões do Brasil para melhor lhe atender. Confira também os 10 maiores benefícios em produzir camarão em estufas! Siga-nos em nossas mídias socias: Loja Online | Facebook | Instagram. Cultivo de camarão longe do mar | Cultivo de camarão longe do mar | Cultivo de camarão longe do mar

Hortitec
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Hortitec, a Zanatta Estufas esteve presente na feira 2019

Hortitec, a Zanatta Estufas esteve presente na ultima feira. Para ter uma noção da grandeza da feira, a área total de exposição foi de cerca de 30 mil m²! E nós da Zanatta fizemos questão de participar deste importante evento que valoriza o produtor e o aproxima das novidades e tecnologias emergentes para seu nicho de negócio, seja ele, flores, frutas, hortaliças ou florestais. Durante os três dias de evento nos das Zanatta Estufas, tivemos o prazer de atender centenas de produtores interessados em estufas de qualidade com o melhor custo-benefício. Além de poder encontrar parceiros, amigos e fornecedores a qual o contato pessoal é tão importante. Paralelo a feira teve o Painel Embrapa de Inovação & Negócios: Hortaliças & Sustentabilidade, transmitindo informação com debates entre grandes profissionais do setor, e o lançamento da Comissão Nacional do Tomate de Mesa, pelo IBRAHORT (Instituto Brasileiro de Horticultura). Essa comissão terá como objetivo representar os produtores e fortalecer a produção de tomate de mesa no País. A horticultura tem peso fundamental no desenvolvimento da economia do País e atinge em larga escala grande parte da população. Pois envolve diretamente alimentos do dia a dia dos brasileiros. E com isso, nós trabalhamos sério na elaboração de estufas e sistemas de automação para que o produtor consiga maximizar sua produção com cultivos mais intensivos e biosseguros. Foi um imenso prazer estar em mais uma Hortitec, fortalecendo a nossa marca entre os produtores deste grande setor. Obrigada a todos que vieram nos visitar ou fechar seu negócio. Para saber um pouco mais sobre a Hortitec clique aqui! Benefícios no cultivo de flores e plantas em estufas agrícolas!

produzir camarão em tanques
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Conheça os 10 maiores benefícios em produzir camarão em tanques!

Conheça os 10 maiores benefícios em produzir camarão em tanques! Conheça os 10 maiores benefícios em produzir camarão em tanques! Produzir camarão em tanques. O camarão em tanques é um produto muito apreciado por grande parte da população.  Seja sozinho ou combinado com outros pratos, é sempre uma delícia. Porém, para produzir esses animais nem sempre é tão simples e requer certos cuidados que melhoram a produtividade, como por exemplo, o uso de estufas. No Brasil a atividade teve seu auge entre 2002 e 2003, com cerca de 90 mil toneladas de camarão produzidas.  De lá pra cá a instabilidade na produção foi marcada pelos surtos de doenças, principalmente pelo vírus da mancha branca que atingiu a região sul do Brasil e também a região nordeste, onde é cultivado mais de 90% do camarão brasileiro. Até esse período era quase que inimaginável o uso de estufas para o cultivo de camarões no país, principalmente na região nordeste.  Contudo, o cultivo em sistema fechado oferece inúmeras vantagens e atualmente é uma ótima opção para quem pretende investir na atividade e para aqueles que já produzem. Ao invés de usar grandes áreas, como é feito no cultivo tradicional, o uso de estufas vem para complementar e possibilitar os sistemas intensivos de produção, em especial o sistema de bioflocos, que utiliza uma área muito menor, porém com uma densidades de animais por m² muito elevada, podendo chegar a mais de 100% do que é usado no modelo tradicional. Confira abaixo outras vantagens do uso de estufa no cultivo de camarões: De norte a sul do Brasil os produtores já têm aderindo ao uso de estufas.  Aliás, os cultivos se espalharam para além destas regiões.  Atualmente já existe cultivo de camarão em estufas no interior do país, como São Paulo, Minas Gerais e Brasília. Essa aliás, é mais uma vantagem do uso de estufa. E para ficar ainda melhor, nós projetamos estufas dedicadas especialmente a essa atividade, é a linha ZanaAcqua.  São estufas de formato retangular e circular, já aprovadas pelos nossos clientes. Clique aqui para saber mais. Para dúvidas e orçamento entre em contato conosco, possuímos representantes em diversas regiões do Brasil para melhor lhe atender. Siga-nos em nossas mídias socias: Loja Online | Facebook | Instagram. Produzir camarão em tanques. Produzir camarão em tanques. Produzir camarão em tanques. Produzir camarão em tanques.